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Fábio Ramalho veste Collombo e TNG. Fonte: Jornal O Dia - 25/06 Coluna Telenotícias & Celebridades Regina Rito
Fábio na Feijoada da Manga e Rosa
Fábio Ramalho, Sirlei Dias, Castrinho, Josué e esposa do Castrinho. Quem marcou presença na tradicional Feijoada da Magueira foi o jornalista Fábio Ramalho. Fábio que já desfilou pelas agremiações Porto da Pedra e na Mocidade Independente de Padre MIguel confessou simpatizar muito pela verde e rosa. "Tenho um grande carinho pela Mangueira que é vizinha da Rede Record aqui no RJ", enfatiza o jornalista. Todo segundo sábado do mês, a Estação Primeira de Mangueira abre sua quadra para a tradicional "Feijoada da família mangueirense". Neste junho de 2008, no entanto, a reunião ficou para o terceiro sábado (21). -->>Confira a nota que saiu na imprensa citando Fábio Ramalho. O casal Castrinho e Andréa Castro marcou presença na tradicional feijoada da Mangueira, ocorrida em 21 de junho, na quadra da escola. Na ocasião, foi realizada uma homenagem ao inesquecível mestre Jamelão. Castrinho e Andréa Castro foram recepcionados pela presidente da Verde-e-Rosa, Chininha, e encontraram os jornalistas João Pedro Barrocas e Fábio Ramalho, ambos da Record, onde Castrinho atua na novela Amor e Intrigas. Fonte: Revista Sinceridade
Chininha e o casal. Falando nisso...
Fábio dançou a valsa com Carolina. No dia 28 de setembro de 2007, Fábio Ramalho participou do "12º Baile de Debutantes Vozes da Primavera", na Mangueira. A festa aconteceu no Palácio do Samba, nome da quadra da escola, realizando o sonho de trinta jovens da comunidade que dançarão a Valsa da Meia Noite com padrinhos famosos. A festa será para convidados e entre os padrinhos estarão a cantora Alcione, a modelo Luiza Brunet, as atrizes Preta Gil e Quitéria Chagas, os apresentadores Fábio Ramalho e Renata Cordeiro, o coreógrafo Carlinhos de Jesus, os atores Luiz Henrique Nogueira, Guilherme Boury, Daniel Alvim, Guilherme Trajano, Pedro Caetano, Ivan Mendes, Mauricio Ribeiro, Felipe Cardoso e os medalhistas Pan-americanos de Karatê Juarez Santos, Carlos Lourenço e Vinicius Souza. O Baile Vozes da Primavera foi criado há doze anos pela Alcione, também fundadora da escola Mirim Mangueira do Amanhã, com o objetivo de proporcionar um dia especial com uma festa inesquecível no qual o jovem poderia reunir a família, os amigos e dançar a valsa com padrinhos VIPs.
Blog "Mundo Estranho da TV" Sempre muito atencioso, Fábio respondeu a 3 perguntinhas ao Blog Mundo Estranho da TV. Ele foi o primeiro entrevistado do Blog e adorou a sua participação: "Achei bem legal a iniciativa de fazer perguntas curiosas aos jornalistas! Não desisti na primeira pergunta e acho que saí bem!" O resultado vocês conferem agora ou no Blog Mundo Estranho da TV. Site: avardza.blogspot.com Mundo Estranho da TV - Tudo de mais estranho que rola por aí, aqui.Nosso primeiro entrevistado é o jornalista Fábio Ramalho. Apresentador do RJ Record, telejornal exibido no Rio de Janeiro. ... Repórter 3 Perguntas: Fazemos apenas três perguntas, esperando que a pessoa não desista na primeira. huhuhu 1) Você sabe se sair muito bem quando algum imprevisto acontece. Já houve situações em que foi dificil se safar de um desses momentos, enquanto o jornal estava no ar? Lembando que hoje virou moda o teleprompter parar de funcionar. Fábio Ramalho: A moda do "teleprompter" parar de funcionar é antiga... ele pára quando quer, como se tivesse vida própria! Brincadeiras à parte, isso não acontece com tanta frequência, mas também quando acontece é um caos! Para escapar dessas eu sempre procuro saber o assunto que vou chamar à seguir. Ao invés de apenas ler, procuro entender do que vou falar. Ajuda mais ainda quando o texto é escrito por mim mesmo. É muito mais fácil improvisar em cima de algo que você elabourou, não é mesmo? Agora, se em último caso não houver saída, acho que a alternativa é chamar os comercias. Graças a Deus, nunca foi preciso. 2) Por enquanto você é mais conhecido entre os cariocas. Você vai excluir seus perfis no Orkut quando for famoso em todo território nacional, sendo âncora do Jornal da Record, por exemplo? Fábio Ramalho: Não iria excluir não! Hoje eu uso o Orkut mais para trabalho do que para lazer, acredite se quiser! As vezes as pessoas não se dão ao trabalho de entrar no site da Record, procurar o ícone de mandar mensagens e depois escrever. Mas no Orkut a história é outra: é quase que instantâneo! Praticamente todo mundo tem Orkut. Muita gente se surpreende que eu tenha uma conta num site de relacionamentos. Mas a diferença não é a ferramenta e sim o uso que você faz dela. 3) Em falar em Orkut, muitas mulheres te enviam scraps dizendo que você é bonito e ficam fazendo aquelas cantadas bem sutis. Você se incomoda de ser visto dessa forma, como uma fantasia na cabeça delas? Fábio Ramalho: Puxa, isso nem é assim, hehehe! Não existem tantas cantadas! Até me sentiria mais vaidoso se acontecessem, né? Com certeza não me incomodaria, mas ainda estou longe de ser galã!
Comentário do Blogueiro: "Gostei do Fábio, ele entendeu bem o espírito da coisa. Sinto que vamos longe com o Repórter 3 Perguntas!"
APRESENTADOR FÁBIO RAMALHO Fábio Ramalho nasceu em Brasília. Começou como estagiário na TV Nacional, da Radiobrás. Desde o início, atuou em coberturas políticas, circulando pelos corredores do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e dos Ministérios. Em 2001 foi contratado pela Record em Brasília e atuou como repórter do jornal Fala Brasil. Também apresentou o programa "Fala Brasília" para a Record Internacional. Em 2005 foi chamado para ancorar o RJ Record. Além disso, Fábio faz entradas ao vivo para o programa matinal da Record, o "Hoje em Dia".
Exclusivo
Em entrevista exclusiva ao Blog, o jornalista Fábio Ramalho revela detalhes de sua profissão, curiosidades de sua carreira e vida pessoal. Por Tatiana Pereira** Como surgiu o interesse pela profissão de jornalista? Fábio - Na verdade eu sabia que iria fazer algo ligado à humanas. Mas, honestamente, meu interesse não era jornalismo e sim publicidade. Depois de entrar na faculdade mudei para jornalismo. Cheguei a me questionar porque faria um curso (publicidade) o qual, no Brasil, não se exige diploma para se exercer. Daí mudei para jornalismo. Foi um raciocínio meio bobo, mas hoje fez sentido. Acho que Deus coloca a gente no caminho certo. Se você não fosse jornalista, que profissão seguiria? Fábio - Acho que faria ou a tal da "publicidade" ou estaria trabalhando com algo relacionado a hotelaria ou turismo. Gosto muito das duas áreas. Hoje, depois de 11 anos de formado, você pode dizer que jornalista é o que você queria ser? Fábio - Com toda e absoluta certeza sim! Hoje não saberia nem fazer outra coisa. Me sinto privilegiado: acho que faço exatamente o que gosto. ![]() Muitos jovens que pretendem seguir essa profissão reclamam muito da falta de oportunidade no mercado de trabalho. No Rio de Janeiro não tem muito campo e nas oportunidades que existem são pedidas experiências na área. Como um jovem recém-formado pode entrar no mercado de trabalho sendo que experiência ele não possui? O que ele precisa fazer? Fábio - A primeira e maior dica que sempre dou é até simples: procure um estágio! Hoje, é muito complicado conseguir um primeiro emprego em algum veículo de comunicação se não houver uma experiência prévia. Essa é a grande vantagem do estágio: você conhece o mercado e o mercado conhece você! Tentar uma vaga, só com o currículo na mão depois de formado, não é uma boa idéia. ![]() Sobre a questão do diploma. Você acha que deve existir para obtenção do registro profissional? Fábio - Acho que o diploma é necessário, mas isso vai muito além de ter um 'canudo" na mão. É preciso que as faculdades se aprimorem no ensino do jornalismo, que sejam menos teóricas e mais práticas. Essas é uma reclamação que vem desde a minha época de estudante. Se as faculdades tivessem um padrão melhor de excelência, pode ter certeza que nossos novos profissionais é que não se aventurariam a trabalhar na área sem ter passado por uma delas!
Federação Nacional dos Jornalistas Nesse mundo da tecnologia, como você avalia o jornalismo atualmente? Fábio - O jornalismo não para de avançar quando o assunto é tecnologia também. Hoje não saber até a editar pelo computador, pode se tornar um problema no futuro. As redações estão se equipando, estão se modernizando. O jornalista tem que acompanhar isso. ![]() O que é preciso para ser um bom profissional de comunicação? Fábio - Aqueles atributos naturais, como curiosidade, precisão, por exemplo, acho que nem precisa mais mencionar, né? Hoje o diferencial talvez seja se tornar ágil. Isso porque quem é agil no pensamento tem boas idéias, raciocina rápido. Quem é ágil em decisões, resolve as coisas de forma rápida e assim por diante. Até porque quem é agil também exercita a versatilidade para sabermos fazer de tudo um pouco. Principalmente em televisão eu diria que essa é a principal característica.
Em dezembro de 2007, em São Luís (MA) Ter boas fontes é importante? Fábio - Com certeza é importante. Mas mais importante que isso é "cultivar" boas fontes. Parece que são coisas iguais, mas não são. É preciso manter contatos muito além do que só quando se precisa. Qual é o maior sonho de um jornalista? Fábio - Bom, sem querer usar discursos ensaiados, eu gostaria de poder dar notícias melhores. Não por conta de nossa linha editorial. Mas por conta de realmente acontecerem mais coisas "boas" que "ruins" como acontece hoje.
No Uruguai Me fale dos prêmios que você vem conquistando ao longo de sua carreira: Fábio - Em Brasília eu ganhei o prêmio ACDF de Jornalismo. É uma premiação que a Associação Comercial do Distrito Federal concede para matérias que tratem do comércio no Distrito Federal. A matéria tratava do crescimento comercial de Taguatinga, cidade satélite de Brasília. Isso foi em 1999. No Rio de Janeiro o "RJ Record" conquistou o prêmio de melhor jornal local do Rio de Janeiro em 2006. Mas esse não foi só meu, né? Foi de toda uma equipe. Conte um pouquinho das suas experiências na TV? E como você ingressou na televisão? Você sempre fez Tv? Fábio - Não, na verdade eu comecei a estagiar com assessoria de imprensa. Depois passei para outros estágios na área de TV. Depois não saí mais! Passei pela Tv Brasília, (antiga TV Manchete em Brasília) Band, Sbt, e por fim, Record! Você sente aquele frio na barriga toda vez que vai entrar ao vivo? Fábio - Acho que, como tudo na vida, a gente se acostuma. Não diria um frio na barriga, mas acho que quando se vai entrar ao vivo, todos os sentidos ficam mais aguçados, a sensibilidade tende a aumentar. Você já cometeu alguma gafe dessas? Fábio - Acho que, como em qualquer outra profissão, erros e imprevistos sempre acontecem. Às vezes, a ânsia em sairmos deles é que nos levam às famosas gafes. Muitas coisas assim acontecem e ninguém, absolutamente ninguém que fale ao vivo e de improviso na televisão está livre. Me lembro de matérias que chamei e não entraram; me lembro de coisas que falei quando matérias rodavam entrarem no ar junto, mas nada muito grave. Um fato engraçado foi que uma vez levei um choque na orelha quando entrava ao vivo do Palácio do Alvorada em Brasília. Chovia muito e o equipamento deu uam descarga elétrica pelo fone que estava nos meus ouvidos. Claro, o fone foi parar longe... Cite alguns jornalistas que você admira? Fábio - Gosto muito de jornalistas que tem estilo descontraído, porém sério. Pessoas que conseguem ter credibilidade para a notícia sem para isso tenham que abrir mão do bom humor. Citaria, entre outros, Paulo Henrique Amorim e Carlos Alberto Sardemberg. Como é a sua rotina no "RJ Record"? Podemos perceber que o telejornal em que você comanda a bancada vem crescendo cada vez mais com assuntos diversificados. Fábio - Os assuntos abordados geralmente são fatos que acontecem durante o dia. Você acha que tem algum assunto que poderia ser mais explorado em se tratando de um telejornal regional? Em todo e qualquer telejornal, um fator limitante é o tempo. Nem sempre se pode aprofundar analises sobre determinados assuntos. Foi pensando que isso poderia mudar que o "RJ Record" nasceu. Na verdade, a filosofia do jornal é o oposto do que disse. Mais vale à pena abordar bem, poucos assuntos, do que falar de tudo apenas "por cima".
Fábio Ramalho e Letícia Levy Além de apresentar o telejornal, que outras funções você desempenha no "RJ Record"? Fábio - Já passou a época em que apresentador era apenas um "boneco" com muita gente pensava que lia as notícias. Em um perfil de jornalismo cada vez mais ágil, estar bem informado para se comentar muito de improviso é essencial. Cada vez mais, nós, apresentadores, temos que estar participando ativamente da escolha das matérias, das edições e por aí vai. Você tem ido sempre para São Paulo apresentar o Record News. Fábio - A Record News tem uma escala de revesamento nos fins de semana que conta com apresentadores do país todo. É uma forma de mostrar que as praças, como chamamos, também tem artilharia jornalística, digamos assim. Além de ser uma excelente oportunidade para que conheçamos a matriz da empresa, em São Paulo!
Record News Sobre o "RJ Record", gostaria que você citasse uma matéria positiva e outra muito ruim que você noticiou. Fábio - Recentemente divulgamos uma reportagem sobre apreensão de 2 toneladas e meia de drogas na Rocinha. Além da apreensão foi descoberto, pela segunda vez diga-se de passagem, que também havia um laboratório de refino de cocaína na comunidade. Isso mostra que a Rocinha já processa sua própria cocaína e é muito mais grave do que se pensa. Uma notícia boa é quando temos melhores condições para essas comunidades, como quando anunciamos obras como as do PAC. Apesar de pensar que o PAC começaria nas escolas, ainda assim é uma boa notícia. ![]()
Record Rio participa do Dia de Fazer a Diferença Brasil 22/08/2007 - O âncora do RJ Record, jornalista Fábio Ramalho, fez palestra sobre os malefícios das drogas.
![]() Você tem saudades dos tempos de repórter? Fábio - A reportagem de rua é praticamente um vício saudável. Sinto muita falta sim. Tem alguma história engraçada prá contar dos tempos de repórter lá na capital federal? Fábio - Puxa, isso existem várias. Já respondendo à próxima pergunta, o Congresso Nacional é um celeiro de histórias assim. Muitas vezes temos contatos com deputados e senadores diariamente, por isso acabamos nos envolvendo também em histórias deles e descobrimos apelidos, piadas internas, coisas que a gente ri muito, sempre fora do ar, claro! Sobre o Congresso, quais foram os episódios mais marcantes que você cobriu? Fábio - A posse do presidente Lula foi uma cobertura marcante. Primeiro pelo momento político: tratava-se de um presidente de oposição que tentava ao longo do anos chegar ao poder e pela primeira vez conseguia. Além disso, fizemos mais de 12 horas de vôo no helicóptero da Rede Record acompanhando comboios de políticos além de carros presidenciais. Tudo do alto! ![]() Qual foi o fato que você considera mais marcante em Brasília? Fábio - Brasília é uma cidade recheada de fatos marcantes por ser a capital do país, por isso vou me ater a citar acontecimentos mais recentes. Um que me marcou, sem dúvida nenhuma, foi a primeira posse do presidente Lula. Acho que até já citei isso anteriormente. também marca muito a memória de parlamentares sendo perdendo madatos ou renunciando. essa "intrigas" políticas sempre me marcaram muito. Qual a sua expectativa para o Brasil? Fábio - Acho que o país não pode cair em uma fase de deslumbramento porque conseguiu uam boa pontuação internacional quano o assunto é investimento externo. Não pode se deslumbrar por ter dinheiro em caixa para a dívida externa. Tudo ainda é muito recente em nosso país. Acho que, se não nos deslumbrarmos demais, a tendência é esse crescimento continuar. Você também fez muitas reportagens no Brasil e no exterior. Alguma que tenha te chamado a atenção. Fábio - No exterior me lembro quando eu e minha equipe estávamos na fronteira do Brasil com a Colômbia. Era um convite do exército para falar de segurança nas fronteiras. O marcante foi que, nesta viagem, cnseguimos flagrar uma negiciação pesada de cocaína que viria para o Brasil. Isso foi gravado no lado brasileiro mesmo. É verdade que ainda nesta reportagem na Colômbia você comeu uma espécie de "baba da índia" !?! Como foi isso? (risos...) Fábio - Hehehehe! Mas, para muito gente, ver como se preparava o que comi pode ser um experiência desagradável. Os índios da amazônia, perto da Colômbia, mastigam a mandioca cozida com temperos. Só que ao invés de engolir as índias voltam a "pasta" da boca para uma espécie de peneira de onde se tira uma farinha (depois de seco, claro) com a qual depois se faz uma espécie de "bijú" como eles chamam. Pode parecer estranho mas o sabor é agradável. E aqui no Brasil. Você não teve medo daqueles jacarés? Fábio - Existem momentos em que o medo bate sim. Mas estávamos com uma pessoa que sabia o que estava acontecendo. Era uma matéria sobre a vida de quem mora no Pantanal. Daí foi preciso experimentar o dia-a-dia deles. Lidar com jacarés foi uma das tarefas.
No Pantanal Quando você não esta trabalhando, gravando ou apresentando jornal, você geralmente faz o que? Sobra tempo para se divertir? Fábio - Gosto muito de escrever e navegar na Internet. Hoje, além das agências de notícias, faço do Orkut uma inesgotável fonte de pautas. Muita gente nem acredita que eu tenha Orkut e pergunta se sou eu mesmo. Parece absurdo jornalista ter um perfil lá? Acho que não. Quando saio de casa, já absorvi um hábito bem carioca: estou aprendendo a ir muito mais à praia! ![]() O que você está achando da capital carioca? Que lugares aqui do Rio de Janeiro que você frequenta? Fábio - Eu gosto muito de conhecer cada vez mais a cidade com olhos de turista. Muitas coisas que são banais ou triviais para o carioca ainda me chamam muito a atenção. Passear pela cidade, descomprometidamente, é sempre um bom programa.
Junho: Fábio visitou Niterói e adorou a cidade. Você gosta de cozinhar? Se sim, o que gosta de preparar? Fábio - Puxa, eu não sou nenhum "chefe", na verdade eu prefiro comer que necessariamente preparar. Mas se tiver que escolher o que é legal preparar, vou pelo prato que mais gosto de comer. Gosto de fazer sushi. Por mais complicado que pareça, aprendi a fazer em Brasília, com uma amiga japonesa. Sem titubear, me responda: você é muito assediado? Fábio - Eu acho que a persepção de "assédio" vem quando você se sente incomodado com isso. A palavra tem um peso que remete para algo ruim, não é mesmo? Nesse aspecto acho que não sofro desse mal. Acho que a proximação que estudantes, pessoas que gostam da nossa profissão tem, não é ruim. Qual é o seu maior sonho? Fábio - Acho que, sem demagogia, seria ter notícias melhores para dar a cada dia. Quem mandaria prá uma ilha deserta? Fábio - Para uma deserta? Complicado... para muitas pessoas uma ilha deserta seria um presente divino, não é? mas nunca teve oportunidade de perguntar!!! ![]() Você acha que ainda existe o preconceito de que todo jornalista tem que um dia trabalhar na Rede Globo? Ou isso apenas é um tabu? (Ariana Nacimento, Califórnia EUA) Fábio - Ariana, acho que hoje os tempos são outros. Esse tipo de preconceito já existiu sim. Uma época aliás, que a questão não era “ter passado” pela Globo e sim “ser” da Rede Globo para se conseguir informações, boas fontes, prestígio. A Globo sempre foi sinônimo de credibilidade. A diferença é que antes “só” a Globo era sinônimo de credibilidade. Com o tempo as coisas foram mudando e outras emissoras foram se consolidando. Hoje uma concorrência sadia. ![]() Quem gostaria de entrevistar e que nunca entrevistou? (Simone Galego - São José do Rio Pardo - SP) Fábio - Oscar Niemeyer, sem dúvida. Acho que por ser nascido e criado em Brasília, aprendi a admirar o estilo, os traços leves e a beleza de verdadeiras esculturas a céu aberto como vemos por lá. Para quem nunca teve a oportunidade de ir à Brasília, acho que Niterói é um bom exemplo com as obras deste grande arquiteto. Aproveito para te agradecer pela colaboração com o Blog, Simone! Valeuuu!!!! ![]() O caso Isabella tem repercutido diariamente na imprensa. Como jornalista, como você analisa esta cobertura um tanto quanto excessiva dos meios de comunicação. (Patrícia Medeiros - São Gonçalo) Fábio - Oi, Patrícia! Eu diria que coberturas taxadas de “excessivas” são fruto de um interesse também excessivo das pessoas. Na televisão, nada perdura se não houver retorno do telespectador. Portanto, se a cobertura do caso Isabela parece em alguns momentos exagerada, acredito que é porque há público para isso no mesmo peso e medida. É como um acidente de trânsito na estrada. Ninguém gosta, claro! Mas quando acontece, quem não reduz a velocidade para ver o que aconteceu? Faz parte da natureza humana acompanhar casos assim. Creio que na televisão não é diferente.
ORKUTEANDO POR AÍ... Você tem algumas comunidades no famoso Site de Relacionamento Pessoal, o "Orkut". E a gente percebe o carinho do público com o seu trabalho. É o reconhecimento da sua profissão. Como você avalia essa repercussão? Fábio - Eu acho que, hoje, o Orkut é o melhor "feed-back" que eu tenho, além dos resultados numéricos do Ibope, claro! Isso porque a avaliação de audiência é "quantitativa". O Orkut acaba sendo um retorno "qualitativo" para mim, onde as pessoas comentam o jornal, questionam, elogiam ou criticam. É direto, é rápido. Antes do mundo virtual, era quase impossível a aproximação do público com os profissionais. A internet abriu este leque e como é pra você receber um e-mail, um alogio até mesmo no próprio Orkut. Para você, o que é falta de privacidade? Fábio - Acho que falta de privacidade é "privilégio" de famosos. Acho que nós, jornalistas, quando muito, ficamos "conhecidos". As consequências nem sempre são as mesmas, por issso não consigo imaginar algo que me tire a privacidade hoje em dia. ![]() Uma pessoa: Lula (admiro pela origem humilde e por ter chegado a presidente do país) Uma qualidade: perfeccionista... muito. Um defeito: teimoso... muito. Cor: azul Comida: sushi, açai! (muito!!) Time: não curto muito futebol, sabia? Mas simpatizo muito com o Flamengo e com o Fluminense. Uma expressão que voce usa muito: Sempre gosto de dizer "olá" ao tradicional "boa noite" seco. Também digo "tchau-tchau" na mesma situação quando o jornal ternima. Além disso, toda véspera de fim de semana o recado é sempre o mesmo: "divirta-se com responsabilidade". Isos não é charme: é nos finais de semana que acontecem 80% dos acidentes com jovens ao volante. Uma saia justa:As nossas saias justas estão mais ligadas a problemas técnicos de comunicação. Posso citar não ouvir o que o entrevistado falou e repetir uma pergunta; não ouvir o que me é perguntado quando estamos falando em rede nacional, e por aí vai... Se não fosse jornalista, você seria: Acho que trabalharia com hotelaria ou turismo. Nesse último caso somaria ao trabalho uma diversão que é o mergulho. Programa favorito: Na televisão acabamos ficando "escravos voluntários" dos programas jornalísticos. Acho que é o que assisto mais. Mas também gosto de algumas séries de TV à cabo. Um exemplo é "CSI Miami", que já não é privilégio só do cabo e hoje faz parte da TV aberta. Um programa que voce não assiste de jeito nenhum: Vou ser muito honesto: acho que não tem o que eu não assita. Posso não ser telespectador assíduo, mas vejo até o que me parece mais "trash" na televisão. Fábio, quero te agradecer pela sua entrevista e para finalizar gostaria que você deixasse um recado aos internautas que curtem o seu trabalho. Fábio - Acho que a mensagem é para ninguém nunca desistir do que relamente quer. Só que não basta só sonhar, né? Tem que correr para alcançar porque hoje, nada vem fácil. Porém NADA é impossível. Eu que agradeço a atenção em me entrevistar, Tati! **Os amigos e jornalistas Fábio Ramalho e Tatiana Pereira cursaram a Faculdade de Comunicação Social, no CEUB (DF) em 1993.
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